Hospitalidade, discussões e novas experiências marcam o II Encontro Internacional de Jornalistas de Turismo

“O verdadeiro jornalista de turismo ajuda a desenvolver e fortalecer o segmento. É construindo pontes que se atrai e se vence exercendo o bom jornalismo, além de apurar com credibilidade os fatos do que se aborda”. 
 
A declaração acima é da jornalista de Turismo, Heloísa Braga, durante a solenidade de abertura do II Encontro Internacional de Jornalistas de Turismo, promovido pela Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo - Seccional Bahia (ABRAJET/BA). O evento aconteceu entre os dias 22 e 25 de agosto, em Salvador, possibilitando aos associados muitas discussões, palestras, visitas técnicas, além de explorar novos roteiros. 
 
O presidente da ABRAJET Bahia, Gorgônio Loureiro, não escondeu a satisfação em mais uma vez realizar o encontro. “Nos dedicamos em proporcionar um grande evento no ano passado. O resultado foi muito positivo e, a prova do empenho e seriedade de nosso trabalho em 2018, é que novamente sediamos a edição do encontro, e isso me deixa bastante feliz ao receber colegas e profissionais tão especiais em Salvador. Agradeço a presença dos gestores públicos que deram sua contribuição, palestrares e parceiros para o êxito deste projeto”, disse. 
 
Em sua apresentação, o secretário de Estado do Turismo da Bahia, Fausto Franco, citou sobre o protagonismo do destino. “O turismo para a Bahia possui um caráter protagonista e estamos satisfeitos em receber profissionais que trabalham nesta área, pois são os melhores porta-vozes para propagar com seriedade informações do destino. A Bahia segue com uma série de ações estruturantes e temos a certeza que os comunicadores irão se surpreender ainda mais nesta nova visita em solo baiano”, afirmou. 
 
"O Mtur colocou no ar o programa - A Hora do Turismo que visa atender, melhorar e fomentar o ambiente de negócio para toda a cadeia do turismo que dele necessita”,  acrescentou o secretário nacional de Integração Interinstitucional do Ministério do Turismo – Mtur, Bob Santos, voltando a defender a legalização dos cassinos no Brasil.

O gestor do MTur também fez um rápido balanço do primeiro semestre e, ainda, pontuou sobre a isenção de vistos para norte-americanos, canadenses, australianos e japoneses, a redução dos impostos para a aquisição de equipamentos destinados a parques de diversão e a abertura do capital estrangeiro nas aéreas brasileiras.
 
Além disso, o evento promoveu algumas visitas técnicas como ao futuro Centro de Convenções da Bahia – Antônio Carlos Magalhaes -, que deverá ser entregue em dezembro de 2019, com o valor estimado em cerca de 170 milhões de reais com capacidade de receber até 20 mil pessoas.

Caminhos da Fé

Dentre os roteiros apresentados está o “Caminhos da Fé”, que pretende oferecer aos fiéis católicos explorar um dos pontos religiosos mais importantes de Salvador: O Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, que irá consolidar a capital baiana como um destino turístico religioso. Todo o caminho foi arborizado, instalado uma loja de souvenir e um café (Dulce Café ), monitores e totens que expõem, por meio de frases e imagens os pontos marcantes da vida e obra de Irmã Dulce: A primeira Santa Brasileira.

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nome de batismo de Irmã Dulce, é recordada por suas obras de caridade e assistência aos pobres e necessitados. Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, a beata baiana nasceu em 1914. 

Em 1933, a jovem ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, no município de São Cristóvão, em Sergipe. No mesmo ano, recebeu o hábito e adotou o nome de Irmã Dulce - em homenagem à sua mãe, que se chamava Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes -- que veio a falecer quando a freira tinha 7 anos.

O roteiro, que foca no aspecto emocional, permite uma mostra das obras e da vida da freira, também conhecida como “O anjo bom da Bahia”. No local, o visitante também poderá visualizar como o hábito que foi retirado de seu corpo após a exumação encontra-se estendido no quarto que ela dormiu durante muitos anos.


Por Shis Vitória e Cassandra Teodoro

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