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ROSÁRIO DO CATETE

Rosário do Catete é um celeiro de grandes nomes da história de Sergipe, especialmente no contexto político. Em suas terras nasceram João Gomes de Melo, o Barão de Maruim, Augusto Maynard Gomes, Leandro Maciel e Luiz Garcia, homens que em seus tempos governaram Sergipe. Também originou juristas, músicos além de um povo bravo e acolhedor.

Na história de Rosário do Catete encontra-se um ato magno que mudou o curso do desenvolvimento de Sergipe: ali aconteceu a assinatura da ata de transferência da capital de São Cristóvão para Aracaju, num ato do vice-presidente do Estado, Barão de Maruim, que ocorreu no final do ano de 1854. De grande influência nacional, o Barão convocou todos os deputados para comparecer em seu engenho Unha de Gato, onde instalou a Assembleia Provincial, quando foi aprovada a transferência da capital sergipana de São Cristóvão para Aracaju.   

A história de Rosário do Catete começa em 1575, com a primeira tentativa de conquista de Sergipe pelo Estado da Bahia, comandada pelo seu governador Luiz de Brito. Durante o século XIX a economia do município tinha como base a exploração da cana-de-açúcar.

Conta à história que um grupo de negros encontrou uma imagem de Nossa Senhora do Rosário numa das matas da região, que teria sido deixada pelos jesuítas. O proprietário do engenho Jordão, Jorge de Almeida Campos, doou um terreno para a construção de uma capela em homenagem à santa. Assim, nascia a aldeia Nossa Senhora do Rosário, embrião do município de Rosário do Catete, que foi elevada à condição de cidade em 2 de julho de 1932. 

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