A 24ª Semana Nacional de Museus no Museu da Gente Sergipana encerrará no sábado, dia 23, com o Festival Museu é Rua, um encontro que valoriza a nossa identidade, promove a aproximação entre as pessoas e celebra a riqueza das manifestações locais.
O festival trará uma programação variada que terá início às 10h com a Confecção do Eco Mural ‘Museu é Rua’, coordenado pelo arquiteto, urbanista e artista visual Eddye Matheus Ramos.
Às 14h será o lançamento do documentário EMPREAFRO, idealizado por Tatiane Costa (Negra Luz), que celebra e analisa o afroempreendedorismo como motor de transformação social e econômica em Sergipe a partir de vivências em comunidades quilombolas e territórios tradicionais para promover inclusão, diversidade e sustentabilidade.
A Feira do Mangaio será outra atração do Festival e terá início às 15h. A feira incentiva a economia criativa por meio da exposição e comercialização de produtos criados por mulheres pretas empreendedoras, na sua maioria do Centro-Sul de Sergipe. O espaço é uma imersão na gastronomia e no artesanato local.
Também às 15h acontecerá o projeto Teatro no Museu com a apresentação do espetáculo ‘Para Onde Voam os Pássaros?’, da Cia. A Tua Lona e direção de Euler Lopes. O espetáculo conta a história de dois irmãos, uma tradição ancestral e uma escolha que pode mudar destinos, através de uma imersão nas raízes culturais de Sergipe. Os personagens partem para caçar avoantes, tradição da aldeia. Um sonha em ser caçador, o outro quer proteger as aves e sua liberdade. Uma história emocionante sobre escolhas, conflitos e descobertas, revelando novos caminhos.
Às 16h30 acontecerá a apresentação poética com Slam da Norte, apresentando a potência da poesia falada e do protagonismo da juventude preta e periférica da Zona Norte de Aracaju. Um encontro entre a escrita crítica e a performance urbana, reafirmando a arte como ferramenta de inclusão e transformação social.
Às 17h, a Quadrilha Junina Xodó da Vila fará apresentação com o tema ‘Museu da Gente Sergipana - um mergulho na alma do povo sergipano’, escolhido para o ano de 2026. O espetáculo junino transforma as memórias e o acervo do museu em afeto, ritmo e movimento. Cada passo busca reconectar o público com os saberes e as histórias que moldam o sentimento de sergipanidade.
A programação será encerrada às 18h com o Show musical ‘Correnteza’ com a cantora Jaque Barroso. O show celebra a ancestralidade e a fusão musical. A multiartista sergipana une o afrofuturismo e as batidas eletrônicas contemporâneas aos ritmos tradicionais quilombolas do Nordeste. Esta apresentação especial ganha ainda mais força com a participação do tradicional Grupo de Samba de Coco do Crasto e do cantor Pardal, promovendo um encontro potente de gerações que exalta o orgulho negro, a cultura popular e a tradição viva do estado de Sergipe num espetáculo imperdível.
Fonte: Tarcila Olanda- Gerente de Comunicação
